Guia de plântulas de Myrtaceae do Cerrado da UFSCar - Campus Sorocaba

Natália Ferrarezi Mazzaro - Estudante de Graduação em Engenharia Florestal (UFSCar campus Sorocaba).

Autor principal: Mazzaro, N. F.
Outros autores: 
Mazine, F. F.; Almeida, L. S.; Valdemarin, K. S.
Tipo de projeto: 
Iniciação Científica
Período de execução: 
04/02/2020 – 04/02/2021
Instituições apoiadoras: 
CNPq

Resumo:
O conhecimento da flora nativa do Cerrado é essencial para a conservação ambiental, mas sua destruição acelerada dificulta a compreensão de sua diversidade. Estudos sobre regeneração natural e resiliência das espécies são fundamentais, e a análise da germinação e morfologia das plântulas pode subsidiar a produção de mudas e a recuperação de áreas degradadas. Dentro da área de estudo na UFSCar Sorocaba, a família Myrtaceae se destacou como uma das mais diversas, com 24 espécies, incluindo a goiabeira (Psidium guajava), escolhida como foco do estudo devido à sua relevância comercial e ecológica.

O guia contempla 7 espécies, sendo majoritariamente composto pelo gênero Eugenia (5 espécies), que foi o mais encontrado durante as coletas em campo. Na germinação, foi observado que a espécie da subtribo Myrciinae (Myrcia tomentosa) foi mais rápida, já que em cerca de 10 dias pode-se observar o desenvolvimento da parte aérea; ao contrário das espécies de Eugeniinae (Eugenia velutifolia - 42 dias) e Pimentinae (Psidium guineense - 2 meses). Porém, todas apresentaram germinação eficiente (70 a 80% das sementes) após os processos de quebra de dormência.

Palavras-chave: Germinação, Eugenia, Myrcia, Psidium

Guia de plântulas de Myrtaceae do Cerrado da UFSCar - Campus Sorocaba